Discute-se como os Juruna do Km 17 – trecho localizado entre os municípios de Altamira e Vitória do Xingu, Estado do Pará, vêm utilizando a escola existente na comunidade Boa Vista para a demarcação das suas fronteiras identitárias. Objetiva analisar a construção da identidade Juruna na sua relação...
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| Ամփոփում: | Discute-se como os Juruna do Km 17 – trecho localizado entre os municípios de Altamira e Vitória do Xingu, Estado do Pará, vêm utilizando a escola existente na comunidade Boa Vista para a demarcação das suas fronteiras identitárias. Objetiva analisar a construção da identidade Juruna na sua relação com o pensar e o fazer pedagógico da escola da aldeia Boa Vista, sinalizando, nas práticas escolares, o atendimento aos preceitos legais da política de educação escolar indígena e o fortalecimento da identidade étnica, especialmente quando em processo de etnogênese. A pesquisa de campo fez uso de técnicas etnográficas, entre elas entrevistas abertas, registros fotográficos e observação participante. A escola, que historicamente serviu às tentativas de homogeneização, hoje é pensada como fronteira na medida em que é ressignificada por outras culturas. Entre os sujeitos em questão, percebeu-se que a Escola Francisca Juruna, eleita por eles como principal estrutura social de fortalecimento étnico, desempenha relevante papel na afirmação da identidade indígena do grupo na medida em que busca zelar pela manutenção das fronteiras identitárias, contribuindo com a atualização dos sinais diacríticos e com o sentimento de pertença étnica. |
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